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O Desafio dos Deuses torna-se o novo desafio da Jambô Editora !

DRAGÃO NA ÁREA !

Saudações aventureiros !

É bom voltar a vos escrever depois de tanto tempo. E não poderia ser em melhor hora, já que estamos diante de um grande movimento no cenário RPGístico.

É interessante relembrar os passos desta grande marca do RPG nacional que conhecemos por “TORMENTA“. Inicialmente como um cenário-bônus em comemoração a edição número #50 da antiga (e finada) Dragão Brasil, logo após uma revista própria falando sobre o tal cenário comemorativo, depois vieram os livros-suplementos, o aclamado quadrinho conhecido como Holy Avenger, uma nova revista e um novo continente (que não lembra de Moreania ?), um sistema próprio de RPG, uma trilogia de românces, um dia nacional só seu e um mangá. Essa é a jornada de treze anos de TORMENTA, que como sugere o nome não é nada tranquila.

Os fãs do cenário são exigentes e sempre expuseram que gostariam de ter anexado ao currículo da marca dois itens: Uma animação baseada na consagrada série em quadrinhos, Holy Avenger e um jogo eletrônico do cenário.

Depois de tanto pedir, a “Equipe Tormenta” resolveu investir em uma das idéias…

O Desafio dos Deuses é um projeto de financiamento coletivo desenvolvido pela Jambô para arrecadar fundos e lançar, finalmente, o seu primeiro game. Será um jogo de combate, ao estilo de Golden Axe (se disser que não conhece é porque não teve infância) envolvendo o mundo de Arton e seus problemas. Segundo Leonel Caldela e Guilherme Dei Svaldi os jogadores passarão por vários lugares descritos nos livros e ainda encontrarão importantes NPC’s do cenário.

Tormenta sem espada e sangue, não é Tormenta

O desafio inicial deste projeto é conseguir bater a meta de arrecadação que é de 60,000 reais. O financiamento coletivo permite que você ajude o projeto e receba recompensas por isso, e é neste ponto em que as coisas se tornam interessantes. Em uma das contribuições você ganha como recompensa o direito ter um personagem no game e ele ainda fará parte das lendas do cenário oficial de Tormenta.

Área de Tormenta e um Uktril para batalhar. Not bad.

Bom, atualmente o projeto já arrecadou 10,392 reais, em apenas um dia de financiamento iniciado, o que na minha opinião é BASTANTE PROMISSOR. Ainda faltam 39 dias para o término da campanha e você também pode fazer a sua parte e ajudar ! Afinal, ajudando uma iniciativa nacional a crescer teremos mais notoriedade no mercado atual para estes seguimentos em ascensão, jogos eletrônicos e RPG.

Para ajudar é só entrar no site oficial da campanha e fazer a sua doação, além é claro de ajudar a divulgar nas redes sociais. Quanto mais pessoas alcançarmos, mais rápido essa inovação estará em nossas mãos.

Site oficial da campanha: http://catarse.me/pt/tormentadesafio#about

 

Poder a Todos !

[Resenha] Dragon Slayer #37

A Invasão de Lamnor: a segunda parte da Saga Élfica!

Olá pessoal. É sempre bom avisar que é a primeira resenha que eu faço pro blog, se você não concordar ou de alguma forma achar que eu não correspondi as expectativas me avise que eu mudo na hora de resenhar.

Notícias do Bardo.

Boa parte disso é noticia velha, mas vale como curiosidade. A unica noticia realmente interessante é a promessa da jambo de traduzir a caixa 2 de Dragon Age o quanto antes. De resto os projetos de empresas menores já são amplamente divulgados na bloggosfera de forma que nenhuma me deixou realmente impressionado

Encontros Aleatórios

Os paladas estão engraçados, o que não é verdade nem pro calabouço tranqüilo nem para as falhas críticas. Das duvidas acho que li todas elas no forum, o que me deixa um pouco preocupado. Realmente parece que, ou o pessoal não procura o forum ou não acredita nele.

Reviews

Sinceramente essa sessão eu pulei, eu já vou comprar a caixa dois de Dragon Age não importa o que a revista dizer, o mesmo para Megacity e não vou comprar Violentina (jogo esse que eu fui beta inclusive). Mas tão lá.

Sir Holland

Essa foi bem legal, Sir Holland imitando Gengis Kan.

Toolbox

Hora da Aula.  Essa foi muito boa, tratando de algo bastante obvio pra mim, mas sem duvida é uma grande ajuda. Caldela fala sobre o que os jogadores conhecem ou não do cenário, e como ajudar a eles nisso. Esse capitulo a duas edições é de longe o melhor capitulo da revista.

Essa é Imperdível.

Mestre da Masmorra

Gustavo Brauner é o meu artista favorito da revista, e aqui ele prova o por que. Falando sobre a primeira masmorra, ou como começar a jogar. Eu gostei de todas as dicas e pretendo usa-las no futuro. Continue assim campeão.

 Especializações – Dragon Age– Matéria

Uma prova que o trabalho de tradução de Dragon Age está em ritmo total. Essas são apenas algumas paginas internas de DA – Box 2, mas são muito boas assim mesmo.

E vai precisar dessa flecha.

A Invasão de Lamnor – TRPG – Matéria

Eu quero ser bem franco. Esse site é sobre Tormenta, sem o cenário eu não teria conhecido o Pedro e tudo mais, mas acho seriamente uma afronta 22 paginas sobre o assunto. Se você, assim como eu, não se importa a mínima com a vida dos elfos então isso não acrescenta nada.

Se você se importa também não.

Em um texto na segunda pagina da aventura é dito que não importa quanto a vingança dure, a aliança negra não vai ser derrotada agora (e por alguns anos) nem os elfos vão fazer algum avanço no sentido de recuperar sua pátria. Ou seja, por mais que seja bem legal o plot dos elfos negros tudo que a vingança elfica vai fazer é encher a mesa de personagens elficos paliativos. Uma pena, já que por anos as pessoas pedem uma resolução a esse impasse.

Eu pessoalmente não me importo, mas concordo com o argumento, perder um vilão tão importante para o cenario, a aliança negra e metade dos históricos pré-prontos de elfos simplesmente tornaria o cenário genérico.

E mais uma menção honrosa, eu não via halfinks canibais desde Dark Sun. Finalmente teremos um pouco de Lammor, mesmo sendo a mesma coisa que o Reinado, na questão de perigos, vilas afastadas e monstros gigantes, só com mais anabolizante.

Dungeon Crawlers – Adaptação

E temos as fichas dos Dungeon Crawlers, e feitas por um dos usuários do forum Pyromancer. As fichas tão boas, mas gostaria de saber por que não estão no mesmo nível? Afinal seria muito mais fácil de usar em um grupo se todos estivessem no mesmo nível.

Eu até recomendaria isso pra exatamente usar o grupo pra quem deseja entrar na Vingança agora. Se não vai precisar jogar a aventura da DS 33 primeiro depois mais uma agora. Pega eles e já joga na terceira delas e segue dai.

Gazeta do Reinado

Ganchos, uma parte especialmente útil da revista. Uma das poucas paginas que vale a compra.

Chefe de Fase – Fúria de Titãs

Nada de excepcional, apenas restos do bestiario do TRPG. Mas há quem queira mais monstros.

O filme é ruim, a materia dispensavel.

Fundo do Baú

Changeling – O Sonhar. Joguei muito. E até hoje jogo Changeling no nWoD, pessoalmente o melhor cenário da loba albina. Mas eu achei estranho o primeiro parágrafo inteiro ter sido para justificar uma frase do Bauer. Rapaz, alguem anda te ameaçando? Pode falar que a gente pega o infeliz e enche de porrada.

20 Deuses – HQ

A edição conta com o fato que um dos protagonistas é filho de um libertador de Valkaria, sendo a primeira referencia a um grupo NPC a fazer a aventura. Alem disso jogam um migué que a Val seria a Deusa Valkaria tentando convencer o pessoal do reino das aguas a virar heróis. Me parece óbvio que não vai rolar, mas a edição está boa e a arte não me ofende, apesar do roteiro fraco.

Considerações Finais

A melhor Dragon Slayer ? nem perto disso. Ao todo 4 paginas são para todos os públicos, o resto é TRPG ou Dragon Age. Sinceramente se pudesse eu des-comprava a edição, mas agora é tarde.

Nota final 1 em 5.

Dia de Tormenta – Feedback

Olá pessoas, já tem algum tempo que eu não posto aqui. A vida corrida dos dias da maior cidade do pais consomem por demais meu tempo.

Mas vamos ao que estava pendente.

Aqui eu narrei em dois sabados distintos, dia 22 e dia 29, tinha eu mais de 15 e-mails confirmando presença, mas fora meus jogadores regulares só três pessoas apareceram (para três mestres presentes, sorte minha que um quarto mestre faltou ou daria pra fazer a sessão só com os mestres entediados).

No fim tivemos só uma mesa em cada dia.

A Aventura

As sinistras áreas de Tormenta devoram Arton aos poucos. São lugares horrendos onde a vida natural é impossível. Lugares insuportáveis onde o mundo como conhecemos deixou de existir. Apenas seres com as mais poderosas proteções mágicas conseguem sobreviver ali, e mesmo assim por curtos períodos.

Infelizmente, o horror antinatural não está restrito a essas áreas. A Tormenta infecta o mundo de outras formas — manifestações que, como qualquer doença, começam pequenas e insuspeitas. Então se agravam, até a cura tornar-se impossível.

Alguns acreditam que a raça lefou seja uma nova forma que a Tormenta encontrou para infestar Arton.

Esses “meio-demônios” nascem de famílias normais. Manifestam poderes aberrantes muito cedo, e são imunes a vários efeitos nocivos da Tormenta. Não parecem ter qualquer conhecimento especial sobre sua condição. Mas será verdade? Serão os lefou vítimas inocentes? Uma face diferente dos monstros? Uma raça destinada a substituir as outras? Ou seriam eles nossa defesa, nossa única esperança contra a invasão?

Ninguém tem a resposta. Mas quase todos os lefou são odiados e temidos. Muitos são mortos ainda no berço. Outros crescem para suportar a aversão, desprezo e escárnio. Outros ainda são caçados.

É verdade que alguns perseveram. Transformam sofrimento em determinação, acham forças para lutar por este mundo. Tornam-se heróis.

Outros, não.

Outros abraçam sua natureza aberrante. Voltam-se para o mal.

Para a Tormenta.

Do papel para a mesa

A aventura vinha com seis heróis prontos, um Minotauro Monge, um Humano Mago, uma Qarren Feiticeira, um Halfling Clerigo (de Tanna-Toh, uma Elfa Barda e uma Humana Bárbara.

Na minha mesa, o unico personagem que não jogou foi a barda, no lugar eu fiz na hora uma ficha de Samurai pra um dos meus jogadores regulares.

A estrutura da aventura é bem simples, o grupo já está reunido e ao chegar em uma taverna em Malpetrim encontram uma centauro de nome Hipólita que está sendo importunada por um grupo de minotauros, a jovem é salva, agradece e oferece uma missão aos jogadores, salvar sua mestra Odara, que está desaparecida. Eles viajam a vila dela, descobrem que a vila foi destruída (pelas indicações da aventura sem NENHUM sobrevivente), nesse ponto os jogadores devem entrar em uma floresta, enfrentar pelo menos quatro encontros aleatórios (pode ser mais dependendo da rolagem de sobrevivência do grupo), enfrentar Odará e por fim um inimigo chamado Sayekk que está transformando a floresta em uma área de Tormenta.

Se você reconheceu os nomes de Hipólita e Odara é por que são personagens de holy avenger (aparentemente a unica coisa do cenário que o Cassaro gosta de referenciar). Se você achou estranho um vilão cujo nome só aparece no fim como “inimigo final” não se espante, aconteceu o mesmo com meus jogadores.

Pedras e paus, podem quebrar meus ossos, mas são as palavras que me afligem o espírito.

Sendo franco, os meus jogadores não gostaram da aventura, acharam demorada e bem chata, reclamaram que apenas três personagens tinham nome (erro deles, havia uma fada moribunda em um dos eventos aleatórios que também tinha, mas ninguém perguntou qual era), reclamaram que era apenas um jogo hack&slack e também que só tinha UM item mágico na aventura toda, uma varinha de cura.

Na parte D&D da coisa acharam estranho não receberem nenhum dinheiro a aventura toda (algo no mínimo estranho pra um grupo de aventureiros mercenários, padrão do jogo).

E foi reclamação geral, os personagens eram mal construídos. TODOS os jogadores (menos o Samurai) acharam que com dois minutos com o livro básico eles fariam personagens muito melhores, escolheriam melhores magias e melhores talentos (o mago reclamou de ter um +1 pra ataque a distância já que a magia que ele mais usava era Míssil Mágico que nem teste de ataque tem, o clérigo reclamou te não ter talentos metamagicos para usar nas curas).

Foi consenso geral que o sub-chefe Odara foi um inimigo difícil, o resto não era nenhum grande desafio, ao ponto que apenas ela chegou perto de matar dois personagens no primeiro dia e mais um no segundo dia de evento.

O Sayekk foi considerado apenas irritante, mas nem de longe um grande desafio. Sendo que era frustrante andar a esmo procurando por ele na caverna. Todos os encontros foram considerado frustrantes por que não chegavam a durar nem 3 turnos, então o pessoal gastava seus recursos (Fúria, Grito de Kiai, Punho de Azgher [vulgo Shoriugen]) rapidinho ganhava e ia pro próximo encontro sem nenhum ferimento e sem o recurso pra repetir a mesma coisa. Os encontros basicamente desbastavam os jogadores ao invés de serem complicados de alguma forma.

Todos concordaram que tormenta é legal, mas nunca mais querem chegar perto da aventura se eu não consertar ela primeiro.

Conclusão da aventura

Poderia ter sido mais difícil ao invés de frustante. Tinha que ser BEM MENOS matar, lutar com tudo que está na frente e ter algum roleplay. Umas das poucas alterações que eu fiz foi colocar um item debaixo de uma pedra em um rio contaminado pela tormenta eles gostaram muito mais de passar 15 minutos pensando como recuperar o item sem cair no rio ácido do que os quase 20 da luta final.

E a Odara era um chefe mais legal que o Sayekk, é fácil simplesmente bater com tudo que você tem. O que é ruim é fazer isso tentando manter o inimigo vivo.

Melhorando a aventura

Não é só para falar mal que eu escrevi esse post. Para falar mal gratuitamente eu tenho o forum.

A aventura em si se diz durar bastante, uma noite inteira de jogatina, mas não chega a durar se quer cinco horas. Alem disso existem muitos combates, e sem relevância a trama. Uma boa sugestão seria os personagens chegarem a tempo na tribo dos centauros e lutarem contra Sayekk quando ele atacar a vila, isso resolve um dos plot holes da trama, que é descobrir como lobos tacaram fogo na vila.

Outro problema grave na trama é que se fala de Sayekk (que deveria ser o “grande” vilão da trama) muito no fim da trama. Embora a aventura tenha um trecho grande explicando a história dela em nenhum momento essa história é passada aos jogadores. Isso poderia ser resolvido com uma magia de adivinhação lançada por Hipólita que contasse essa história.

Outro ponto que tornaria mais interessante seria tirar os eventos aleatórios na floresta e dar um trilho nessa parte, colocando apenas eventos que fossem relevantes a trama. E mais importante, que houvesse a opção desses encontros serem bem sucedidos sem que tudo se resumisse a sair na porrada (Acho que o maior exemplo disso é um grupo de bárbaros que entra em fúria instantaneamente ao ver o grupo e não desiste do combate até a morte, pra ter noção a fúria deles nem acaba não importa a duração do combate).

Um ponto que os jogadores não gostaram foi a falta de recompensas. Fora as armas dos bárbaros não há nada de valor na aventura toda. Dar um item mágico aos jogadores (um anel qualquer, uma poção de soprar chamas, qualquer coisa). Claro que não dar por dar. Em minha aventura eu coloquei o item em um rio corrompido que a agua era ácido, o item estava de baixo de uma pedra, uma vez que esse desafio fosse vencido, a pedra retirada sem que o personagem fosse derretido em ácido ele receberia o premio.

Outra coisa importante seria tirar TODOS os comentários do Cassaro sobre por que o mestre tem que fazer o que o mestre tem que fazer. Em Um Visão Fugaz quase meia pagina é desperdiçada para falar por que é possível ver a Odara e não ataca-la, o que não seria um problema se a ultima linha não fosse:

• Se tudo isso falhar, diga apenas: “Ela escapa. Vocês não conseguem impedir”. Você é o mestre. Pode fazê-lo.

Outro que eu achei especialmente desnecessário é o “Mas, afinal, qual é o final “oficial”?”

Nesse o erro é outro, ele simplesmente diz que Odara é uma personagem muito importante, mas que não vai mais ser sequer mencionada em futuros acessórios. Nossa a importância dela me assusta, afinal ela pode ser descartada com tanta facilidade…

E para fechar com chave de ouro ele diz que tem que ter coragem para decidir o final. Sei, coragem…

Matar os personagens jogadores tanto faz, mas ela você tem decidir. Eu confesso que fazia anos que não me importo com nenhum personagem de holy avenger, por mim eles poderiam ser completamente esquecidos e novos personagens poderiam surgir, ou personagens diferentes como a princesa Rhana poderiam voltar a figurar.

A última coisa que poderia ser feito é refazer essas fichas de modo a ficarem uteis. Uma vez que se sabia que essa aventura era feito para tormenta você DEVERIA ter um grupo focado nessa missão. Ao meu ver você “vencer” a tormenta (com T minúsculo nesse caso) com personagens tão ruins é uma ofensa ao quão poderosa é a Tormenta. Fica parecendo que qualquer idiota consegue vencer a tormenta. Uma falha lamentável.

No futuro que as fichas sejam no mínimo bem feito.

Mini-evento Tormenta da Vez em São Paulo

O Tormenta da Vez vai participar do Dia de Tormenta.

Se você está em São Paulo e quer participar mande um e-mail para nós em tormentadavez@gmail.com

Novidades no Blog [14/02/12]

Olá meus saudosos leitores !

É com grande prazer que lhes escrevo hoje. Falar sobre novidades sempre me deixa bem animado e isso fica claro na minha maneira de escrever !

A primeira novidade que vos anuncio hoje é que uma nova série ambientada no cenário de Tormenta será lançada no nosso blog. Porém não é uma série qualquer…

Nesta série chamada “Poder Insano” vocês serão apresentados ao mais insano dos grupos de aventureiros de Arton, aonde seu líder diz ser um semi-deus e que caminha no mundo para divulgar a palavra de seu pai divino. E o mais interessante nisso tudo é que cada componente do grupo é de autoria de um colunista ou dono de blog sobre RPG, assim como Luiz Felipe (mais conhecido como @Elwe_Razengor do RPG Vale), Mnar, o Bárbaro e o Bardo Cego (ambos personagens do Blog Dragões do Sol Negro), Pedro “Kally” Maia (do Tormenta da… Tá, eu ¬¬) e muitos outros.

Uma aventura sem igual.

A segunda é mais uma notícia do que novidade. Após um longo inverno a co-criativa série “Não Realidade” volta a ser postada no blog, e tão logo terá seu novo capítulo lançado no nosso parceiro de criação, Defensores de Tóquio. O projeto é um marco na parceria entre os dois blogs, e mostra numa maneira bem enigmática uma versão 3D&T de “como seria se a Tormenta chegasse a Terra ?”

Você pode começar a acompanhar a série clicando AQUI !

Minha terceira novidade teve de ser pensada e repensada MUITAS vezes. Geralmente eu costumo fazer concursos, sorteios e promoções relacionadas as novidades do universo Tormenta, como a camisa e o exemplar de Ledd HQ. Porém nenhuma das duas promoções tiveram ganhadores, pois ninguém cumpria as exigências que eram impostas para concluir a participação. Então eu pensei e refleti: “Eles é quem estão errados, ou eu exijo demais ?”

E a segunda opção me pareceu mais correta.

Então desta vez teremos uma promoção “diferente”…

A equipe Tormenta da Vez irá sortear um “Tormenta RPG: Escudo do Mestre” que vem com a aventura O Covil do Terceiro. Tudo o que você tem que fazer é:

– Curtir a página do Tormenta da Vez no Facebook;

– Postar no Twitter a seguinte frase: “Quero ganhar um Escudo do Mestre da equipe @TormentaDaVez http://wp.me/p1Fb3K-7r ”

– E se cadastrar no Fórum Tormenta da Vez (criando um tópico de apresentação em seguida)
Viu só ? Simples demais !

O sorteio será realizado no “Dia de Tormenta” (afinal, todo mundo vai precisar de um bom escudo a partir deste dia XD) e os tramites de entrega serão combinados via Mensagem Pessoal no Fórum Tormenta da Vez (por isso do cadastro).

Para acessar o Fórum Tormenta da Vez click AQUI !

E a nossa ultima novidade:

O Blog Tormenta da Vez ganhará uma mesa “Mini-Talukko”, aonde poderemos jogar RPG e conversar tranquilamente. Na mesa Talukko também acontecerão chats com grandes nomes do RPG Nacional, mudando o padrão de entrevistas o qual conhecemos.

Bem, por enquanto é isso pessoal. Aguardem por mais notícias e muito obrigado por sua leitura e divulgação.

Poder a Todos !

05/03/12 – Dia de Tormenta !

Eu começo esse post com duas palavras: Apocalipse Lefeu.

Sim, finalmente iremos presenciar a chuva vermelha no nosso mundo, coletivamente. A Jambô anunciou que  irá promover um evento nacional envolvendo narradores e lojistas cadastrados, onde a aventura “Dia de Tormenta” será utilizada.

A aventura desenvolvida pelo o nosso querido Marcelo Cassaro e com arte de Rafael Françoi (novato na parada) é indicada para 4 a 6 jogadores de 6º nível, enfrentando o maior perigo de Arton: a Tormenta.

Porém desta vez a coisa é mais complicada. Nesta aventura de teor épico e desafiadora, os heróis não tão épicos assim terão de tomar uma grande decisão: Eles terão que decidir se salvam ou matam um importante personagem do cenário.

Muita responsabilidade não é ? Eu acho que sim…

Desconto !

Isso mesmo ! Aqueles que se inscreverem para serem narradores ou lojistas oficiais do evento nacional ganharão um BOM DESCONTO para garantir o seu exemplar do “Guia da Trilogia” e dependendo da quantidade que comprarem podem ganhar brindes como exemplares grátis e um brinde surpresa que a Jambô ainda irá definir.

Se você quiser mais informações e se deseja inscrever-se no evento, veja as regras no site oficial da Jambô clicando AQUI !

Tormenta da Vez no meio !

Ainda não é nada confirmado, mas a equipe do Tormenta da Vez analisou em algumas comunidades sociais (fórum da Jambô, Facebook…) que o pessoal está com dificuldades no que diz respeito a lugar para sediar a sua mesa, e resolvemos (ou ainda resolveremos) dar uma colher de chá para os RPGístas do Rio de Janeiro.

A equipe pensou em fazer um evento nomeado “Apocalipse Lefeu” no Rio de Janeiro, numa faculdade, colégio, clube esportivo ou salão cultural para que os amantes do Tormenta RPG possam passar o seu “Dia de Tormenta” com estilo.

Vamos torcer para que a equipe Tormenta da Vez consiga realizar essa proeza a tempo da chuva cair.

Poder a Todos !

Imortais – Resenha

É possível fazer um filme divertido com um roteiro ruim, embora seja bastante improvável. No entanto, é praticamente impossível sair algo aproveitável ao se juntar um texto ruim e uma direção pedante. Esse é exatamente o caso de “Imortais”, fita de ação baseada nos mitos gregos que chega (atrasado) na esteira de “Fúria de Titãs” e “300″.

Deuses que brilham na luz

Escrito pelos desconhecidos Charley Parlapanides e Vlas Parlapanides (americanos com ascendência grega), o filme mostra a jornada do mortal Teseu (Henry Cavill) para impedir que o rei louco Hipérion (Mickey Rourke) coloque suas mãos no lendário Arco de Éforos, uma poderosa arma que pode libertar os titãs e destruir os deuses e o mundo. Em sua missão, Teseu terá a ajuda do ladrão Stavros (Stephen Dorff) e da oráculo Faedra (Freida Pinto).

O roteiro é um verdadeiro queijo suíço, com personagens entrando e saindo da narrativa sem muitas explicações, com estes jamais tendo suas motivações expostas na tela de maneira clara. Ao não nos dar nem ao menos um relance da família de Hypérion, explicação oferecida para sua insanidade, impossibilita-se uma maior aproximação com o vilão. Também é impossível entender o motivo de Stavros se juntar a Teseu em sua busca quase suicida, as razões da persistência de Zeus (Luke Evans) em manter a lei que o impede de ajudar Teseu mais diretamente ou mesmo a insistência de Atena (Isabel Lucas) em desrespeitar tal decreto.

Henry Cavill mostra disposição para as cenas de luta e é um ator carismático, tendo todo o ar de herói que o projeto requer. John Hurt, mesmo aparecendo pouco, se mostra à vontade no papel de mentor do protagonista. Mickey Rourke, por sua vez, atua no piloto automático, se mostrando um vilão desinteressante, com sua característica mais marcante sendo o sadismo, o que fica chato depois de duas ou três cenas. Já dentre os coadjuvantes, Stephen Dorff está insuportável como de costume e Freida Pinto parece ter sido colocada como um enfeite bonito para o público masculino.

A verdadeira “estrela” da produção é o diretor Tarsem Singh (que também assina apenas como “Tarsem”, dependendo do seu humor). Desde a ficção científica “A Cela”, sua estreia nos cinemas, ficou claro que o cineasta adora exibir na tela visuais mais exóticos, tentando dar uma aura de maior profundidade às suas obras por meio de fetiches gráficos. Aqui reunido com seus colaboradores habituais, o designer de produção Tom Foden e a figurinista Eiko Ishioka, o indiano leva os mitos gregos à Sapucaí, nos mostrando uma Grécia Antiga bizarramente carnavalesca, excessivamente adornada.

Nada explica o visual esquisitíssimo dos deuses gregos adotado pela produção, causando risadas no público ao invés de reverência. Quebrar a iconografia visual estabelecida para o panteão helênico é uma coisa mais do que aceitável hoje em dia, considerando o excesso de obras audiovisuais sobre os mitos gregos, mas transformar as divindades em Acadêmicos do Grande Olímpo é sabotar o próprio filme. Dar um visual que beira o sado-masoquista a Hipérion e aos titãs (que tem como maior referencia o fato de serem todos absolutamente iguais), sem muita explicação, também gera resultados igualmente risonhos, vide a aparição do “Minotauro”.

O clima mais exagerado e um tanto teatral proposto por Tarsem e sua equipe jamais casa com o banho de sangue que são as cenas de ação que surgem durante a projeção, claramente tiradas de “300″, inclusive com o slow motion, a angulação side-scroll e a tendência ao gore. O problema é que as cenas absurdas ali funcionavam exatamente pelo tom cartunesco dado por Zack Snyder. Tarsem, por sua vez, jamais deixa espaço para o humor em sua tentativa de épico, se levando absolutamente a sério. O mais frustrante é que, mesmo com o roteiro se utilizando de deuses e armas fantásticas, tais elementos jamais são empregados por Tarsem de maneira criativa nas sequências de luta, nem mesmo nas que envolvem os combates entre seres imortais, que se resumem a embates genéricos dos deuses contra oponentes absolutamente iguais e, ao que parece, infinitos. Aparentemente, as divindades perdem seus poderes quando lutam entre si, só isso explicando a ausência de suas habilidades especiais nesses momentos.

Arco de épido

É por aí que caminha Imortais. Teseu virou o típico herói americano pós 11/09: tudo se resolve na pancada, conversa é para os fracos, os seus inimigos são muuuuuuito, mas muuuuito malvados (e sem rosto), você é movido pela vingança e usa o mesmo plano dos vilões para vencer (matar todo mundo).

A verdade bruta é que Charley Parlapanides e Vlas Parlapanides tentaram emular cenas de ação épicas sem um contexto condizente com a sua grandiosidade. a mitologia, que se confunde entre a helênica e a cristã é risível e falha, podendo ser melhorada com uma pesquisa básica em qualquer livro de mitologia.

Todos os personagens principais: Teseu, o herói, Hipérion, o vilão e Stravos, o amigo do herói, não acreditam nos deuses. Não que eles sejam ateus (talvez fosse melhor se o fossem) eles simplesmente não creem na bondade divina.

E desde quando isso existia na Grécia! Desde quando um grego reza para ganhar um cavalo no natal? . Deuses gregos só se comovem com oferendas e favores. Jesus só vai aparece mais de mil anos depois com estas ideias de milagres promocionais. É incrível, mas todos os personagens principais se comportam deste jeito, como crianças mal-educadas: Zeus não me deu, não gosto mais.

Para não dizer que o filme não tem um pingo de esperança, há um herói de verdade nele. Stravos. O personagem é o único que trilha o caminho do herói (coisa que Teseu não faz nem por 1 segundo). Stravos é um cara que só pensa em si e que encontra Teseu, que traz uma missão importante, mas na qual ele não acredita, contudo segue-o, apesar da pelicula não explicar por que faz isso). Stravos destrata a sacerdotisa virgem, mas depois adquire respeito por ela (mesmo que ela não faça por merecer tal respeiro). No fim, ele abraça a causa e luta para salvar o povo heleno (coisa que Teseu não faz, pois está preocupado em satisfazer seu desejo de vingança) e se sacrifica para tentar recuperar o arco de Hank Épiro e tentar entregá-lo a Teseu. Mas ai vem a cagada final. A morte dele é em vão, e o arco não serve mais pra nada.

O Herói é o da esquerda

E para tristeza geral de todos, é Teseu que recebe um lugar no firmamento, enquanto o verdadeiro herói morreu anônimo.

Eu sei que serei tachado de intolerante ao afirmar isso, mas esse é um blog de RPG no fim das contas, eu recomendo a todos os mestres que acessam esse site procurar o ver o filme, da maneira mais barata que puderem, para poder ver como é uma aventura ruim de jogo. Onde temos grandes cenas de ação e nenhuma história os conectando.

Diz um velho grego que o inteligente aprende com seus erros, e o sábio com os erros dos outros. Espero que se tornem mais sábios depois dessa.

E o boato se torna verdade… Mundo das Trevas !

Livros Daemon re-impressos ?

Verdade.

Ontem fui a uma loja de livros e como sempre me dirigi até a seção de RPG, aguardando ver os mesmo livros velhos de sempre. Porém me deparei com algo surpreendente: Livros da editora Daemon re-impressos.

Por Deus, o boato era verdadeiro. Anjos: A Cidade de Prata; Arkanun; Clube de Caça; Demônios: A Divina Comédia; Jyhad: Guerra Santa; Spiritum: O Reino dos Mortos; Trevas e Vampiros Mitológicos.

E como se não bastasse estava lá o Vampiro – Réquiem, Lobisomen – Os Destituidos, e o Escudo do Mestre do Vampiro – Réquiem.

Um espetáculo de novidades. Porém eu pensei comigo mesmo: “É capaz destes livros empacarem nas prateleiras e nunca mais saírem daqui…” e tomado por uma audácia sem igual comentei isto com o vendedor da loja, e ele me respondeu com um sorriso: “Já vendemos oito exemplares desta nova leva. Três Anjos, três Demônios, um Mundo das Trevas e um Inquisição.”

Embasbaquei-me.

Isso quer dizer que a crise não existe, meus caros. E vou lhes explicar o porque:

– Se um livro é novo, é disponibilizado online GRÁTIS, e vende… Pode ser um golpe de principiante.

– Porém uma série de livros antiga, voltar a ser impressa e vender é a maior demonstração de que há procura, e se há procura não há crise (a não ser se as editoras não derem conta da demanda XD).

Parabenizo a Daemon pela coragem, e que venham novos seguimentos de obras tão maravilhosas.

Poder a Todos.

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Caso desejem conhecer os produtos da Deamon Editora, dê uma olhada na Loja de RPG deles: http://www.lojaderpg.com.br/index.php?cPath=21_48

Novo Sorteio Ledd HQ !

Olá pessoal. Vamos direto ao ponto.

Ninguém conseguiu alcançar a meta de 200 mensagens no Fórum Tormenta da Vez, e por isso não concluíram o primeiro requisito para participar do sorteio. Logo, o prêmio MERECE se acumular e somar com um novo…

A partir de hoje quem tiver 1.200 mensagens no fórum Tormenta da Vez até dia 20 de dezembro irá participar do sorteio de uma camisa e o primeiro volume de#LeddHQ !

Isso mesmo, sem enrolação ! Fez 1.200 mensagens, está participando. E se for sorteado recebe a camisa e o volume 1 da HQ no conforto de SUA CASA !

Gostou né ? Então venha conhecer as regras e participar desta grande promoção !

 

Link da Promoção !

Voltando…

Olá pessoal.

Estive passando por alguns problemas com minha prestadora de internet, porém agora já está tudo resolvido.

Vou voltar a escrever textos e adaptações. Fiquem ligados.