Deusas, heroínas e jogadoras… Mulheres encantadoras

Boa noite, aventureiros e aventureiras !

Hoje eu venho parabenizar a todas as mulheres do planeta, em especial as mães e as RPGistas. Sim, essas meninas que dão duro para aguentar seus companheiros de grupo bárbaros e preconceituosos, que sempre tentam fazer piadinhas com as frases “cuidado com as unhas” ou “acho melhor você esperar aqui…”. Sim meninas, hoje farei um tópico voltado às mulheres na fantasia em geral, dentro ou fora de um RPG. A matéria era para ir ao ar ontem, mas por motivos de força maior tive que adiar a postagem, mas a intenção de homenagea-las persiste.

Começarei com alguns exemplos básicos de infância: Super-heroínas e Vilãs.

Não há algo mais sublime do que heroínas. Elas são poderosas, lindas e bondosas. Porém, se trocarmos o “bondosas” por “malvadas” a coisa pode ficar ainda melhor.

Começando com X-Men podemos iniciar a lista de heroínas e vilãs com Jean Grey. Portadora de poderes psíquicos extremos, Jean representa a beleza, inteligência e a liderança dentro de seu grupo. Sempre se mostra disposta a ajudar os necessitados e desfavorecidos, e coloca o bem de todos em primeiro lugar. Entretanto, Jean possui dentro de si uma das criaturas mais poderosas e destrutivas do Universo, a Fênix Negra. Absurdamente poderosa em ambas as formas, Jean e Fênix provam que o poderio feminino é forte em ambos os lados, tão forte que os dois maiores mutantes da história desejam “tê-las” sob os seus “cuidados”. Abalando fortemente os corações masculinos, Jean arrecadou grandes fãs e amantes como Scott Summers (o Ciclope), James “Logan” Howlett (nosso querido Wolverine) e ninguém menos que Warren Worthington III (conhecido como o Anjo). Uma personagem tão forte e tão linda pode muito bem dominar o mundo, não é rapazes ?

"Porque ser linda é só bônus em carisma..."

“Porque ser linda é só bônus em carisma…”

Indo de uma heroína a outra, falaremos de uma personagem inesquecível da história dos quadrinhos. Afinal, quem poderia esquecer de Diana, a Princesa de Themyscira ? Ou melhor dizendo, a Mulher Maravilha ?

Nascida de uma escultura de barro (ui, isso me parece familiar…), Diana fora um presente dado pelo os deuses à Rainha das Amazonas. Com podereses incríveis e estonteante beleza, a jovem Mulher Maravilha fez de tudo para se tornar uma defensora de seu lar perante os reinos da Terra (mais especificamente os Estados Unidos, de onde vinha seu amado, Steve Trevor). Ousada, destemida e muito poderosa, a heroína tão logo fora percebida pela a Liga da Justiça e incorporada na mesma, cumprindo a função de proteger o planeta Terra. Agilidade sobre humana, capacidade de voar, força física elevada e ainda com os itens mais cobiçados pelos os vilões, temos a mistura perfeita de uma musa encantadora com uma máquina de criar dor. A maioria dos heróis ficam de queixo caído quando vêm a Mulher Maravilha, o que não é pra menos já que seu modelo de vestir é um tanto quanto “hipnotizante”.

Diana

“Índice de Proteção ? Só nos braceletes né ?”

E por fim, uma deusa. Afinal, heroínas e deusas estão quase no mesmo patamar, mas esta consegue ser as duas ao mesmo tempo. Ororo Munroe, habitualmente conhecida como Tempestade encontra-se aqui na nossa lista de heroínas maravilhosas. Com um início de vida bem difícil, Ororo teve que superar a morte dos pais que ocorreu bem cedo em sua vida, e por consequência disso acabou tornando-se uma ladra em meio as ruas do Egito. Após perder o seu tutor ladino resolveu ir de volta para a terra dos seus ancestrais, ao sul da África. No caminho para lá quase foi violentada, e assassinou o seu assediador jurando nunca mais matar em sua vida. Ao aproximar-se das terras do sul, Ororo encontrou o seu primeiro amor que no futuro seria conhecido como o Pantera Negra, mas a paixão não durou muito e com o término do namoro ela prossegue sua viagem para o seu povo. Ao chegar lá e ajudar as pessoas com seus poderes que haviam acabado de florescer, Ororo passa a ser adorada como uma Princesa e uma Deusa, trazendo chuva e boas colheitas para o povo. E pouco após isso passa a ingressar nos X-Mens. Ela representa em meio a isso tudo a força de vontade e determinação, pois mesmo após perder seus pais ela continuou buscando uma forma de viver, e na primeira oportunidade de deixar os erros, assim o fez. A beleza e encanto desta deusa não são questionáveis, é algo quase desnecessário de falar, mas suas atitudes e história de vida é de tirar o chapéu e aplaudir de pé.

"Fazer chover é simples quando se é uma deusa, nem MP preocupa..."

“Fazer chover é simples quando se é uma deusa, nem MP preocupa…”

Quando falamos em RPG temos muitos exemplos de mulheres que esbanjam beleza e poder. Em Tormenta temos exemplos perfeitos.

Comecemos com as deusas. Lindas, poderosas e mães. Reuní três deusas de Arton que muito me agradam e que podem me ajudar a concluir esta homenagem.

Falemos de Valkaria, a Deusa dos Humanos e da Ambição. Uma deusa que está sempre em busca da superação, da perfeição, e que ambiciona levar a sua raça, os humanos, ao nível dos deuses ou até mesmo superá-los. Não contente em ser apenas linda e poderosa, ela contribuiu com a criação da maior ameaça do cenário, a Tormenta. Não ficando para trás, a deusa dos elfos, Glórienn, esbanja beleza e sofisticação nos seus olhos dispersos. Responsável pela a criação da raça mais artística e mais orgulhosa de Arton, ela também fora responsável por grandes eventos no planeta em questão. Há um fato interessante que liga Valkaria à Glórienn. Valkaria por criar a Tormenta fora aprisionada numa estátua de pedra, ajoelhada, esperando que seus filhos a salvassem. Hoje devido a más escolhas, Glórienn se vê sem seu plano (a tão famosa morada dos deuses) e ainda por cima é mantida como “escrava” do deus da força e dos minotauros, Tauron. Alguns dizem que ela se deixou levar a este ponto para salvar os elfos da extinção, mas…

Por ultimo minha deusa-mãe favorita. Aquela que tem a noite como vestido e estrelas como suas jóias. Tenebra, a deusa das trevas, exala poder e sedução. Talvez a deusa mais encantadora de todo o Panteão Artoniano, ela já mostrou ser uma ótima estrategista, forjadora de armas épicas e até mesmo uma ótima mãe. Grande protetora dos seres das trevas e da noite, e mãe dos poderosos Anões, a deusa não poupa esforços para conseguir um espaço tranquilo para que suas criaturas “existam”. Uma deusa maravilhosa.

"Valkaria, Glórienn e Tenebra. As deusas mais belas..."

“Valkaria, Glórienn e Tenebra. As deusas mais belas…”

Então, tentei mostrar neste tópico que na minha opinião as mulheres são essenciais em todos os sentidos. Sejam como heroínas, guerreiras, deusas ou mães. Elas completam aquilo que nós, os homens, não conseguimos preencher. As vezes nos deparamos com mulheres incríveis, que nos encantam só pelo o jeito de ser, enquanto outras encantam muito mais quando abrem a boca para falar. Tem mulheres que nem precisam falar, só o olhar já diz muita coisa.

Então, espero que aceitem esse meu ato atrasado de boas intenções.

Feliz Dia das Mulheres, um dia em que lembraremos sempre o porque da data.

Poder a Todos !

O Desafio dos Deuses torna-se o novo desafio da Jambô Editora !

DRAGÃO NA ÁREA !

Saudações aventureiros !

É bom voltar a vos escrever depois de tanto tempo. E não poderia ser em melhor hora, já que estamos diante de um grande movimento no cenário RPGístico.

É interessante relembrar os passos desta grande marca do RPG nacional que conhecemos por “TORMENTA“. Inicialmente como um cenário-bônus em comemoração a edição número #50 da antiga (e finada) Dragão Brasil, logo após uma revista própria falando sobre o tal cenário comemorativo, depois vieram os livros-suplementos, o aclamado quadrinho conhecido como Holy Avenger, uma nova revista e um novo continente (que não lembra de Moreania ?), um sistema próprio de RPG, uma trilogia de românces, um dia nacional só seu e um mangá. Essa é a jornada de treze anos de TORMENTA, que como sugere o nome não é nada tranquila.

Os fãs do cenário são exigentes e sempre expuseram que gostariam de ter anexado ao currículo da marca dois itens: Uma animação baseada na consagrada série em quadrinhos, Holy Avenger e um jogo eletrônico do cenário.

Depois de tanto pedir, a “Equipe Tormenta” resolveu investir em uma das idéias…

O Desafio dos Deuses é um projeto de financiamento coletivo desenvolvido pela Jambô para arrecadar fundos e lançar, finalmente, o seu primeiro game. Será um jogo de combate, ao estilo de Golden Axe (se disser que não conhece é porque não teve infância) envolvendo o mundo de Arton e seus problemas. Segundo Leonel Caldela e Guilherme Dei Svaldi os jogadores passarão por vários lugares descritos nos livros e ainda encontrarão importantes NPC’s do cenário.

Tormenta sem espada e sangue, não é Tormenta

O desafio inicial deste projeto é conseguir bater a meta de arrecadação que é de 60,000 reais. O financiamento coletivo permite que você ajude o projeto e receba recompensas por isso, e é neste ponto em que as coisas se tornam interessantes. Em uma das contribuições você ganha como recompensa o direito ter um personagem no game e ele ainda fará parte das lendas do cenário oficial de Tormenta.

Área de Tormenta e um Uktril para batalhar. Not bad.

Bom, atualmente o projeto já arrecadou 10,392 reais, em apenas um dia de financiamento iniciado, o que na minha opinião é BASTANTE PROMISSOR. Ainda faltam 39 dias para o término da campanha e você também pode fazer a sua parte e ajudar ! Afinal, ajudando uma iniciativa nacional a crescer teremos mais notoriedade no mercado atual para estes seguimentos em ascensão, jogos eletrônicos e RPG.

Para ajudar é só entrar no site oficial da campanha e fazer a sua doação, além é claro de ajudar a divulgar nas redes sociais. Quanto mais pessoas alcançarmos, mais rápido essa inovação estará em nossas mãos.

Site oficial da campanha: http://catarse.me/pt/tormentadesafio#about

 

Poder a Todos !

[Resenha] Dragon Slayer #37

A Invasão de Lamnor: a segunda parte da Saga Élfica!

Olá pessoal. É sempre bom avisar que é a primeira resenha que eu faço pro blog, se você não concordar ou de alguma forma achar que eu não correspondi as expectativas me avise que eu mudo na hora de resenhar.

Notícias do Bardo.

Boa parte disso é noticia velha, mas vale como curiosidade. A unica noticia realmente interessante é a promessa da jambo de traduzir a caixa 2 de Dragon Age o quanto antes. De resto os projetos de empresas menores já são amplamente divulgados na bloggosfera de forma que nenhuma me deixou realmente impressionado

Encontros Aleatórios

Os paladas estão engraçados, o que não é verdade nem pro calabouço tranqüilo nem para as falhas críticas. Das duvidas acho que li todas elas no forum, o que me deixa um pouco preocupado. Realmente parece que, ou o pessoal não procura o forum ou não acredita nele.

Reviews

Sinceramente essa sessão eu pulei, eu já vou comprar a caixa dois de Dragon Age não importa o que a revista dizer, o mesmo para Megacity e não vou comprar Violentina (jogo esse que eu fui beta inclusive). Mas tão lá.

Sir Holland

Essa foi bem legal, Sir Holland imitando Gengis Kan.

Toolbox

Hora da Aula.  Essa foi muito boa, tratando de algo bastante obvio pra mim, mas sem duvida é uma grande ajuda. Caldela fala sobre o que os jogadores conhecem ou não do cenário, e como ajudar a eles nisso. Esse capitulo a duas edições é de longe o melhor capitulo da revista.

Essa é Imperdível.

Mestre da Masmorra

Gustavo Brauner é o meu artista favorito da revista, e aqui ele prova o por que. Falando sobre a primeira masmorra, ou como começar a jogar. Eu gostei de todas as dicas e pretendo usa-las no futuro. Continue assim campeão.

 Especializações – Dragon Age– Matéria

Uma prova que o trabalho de tradução de Dragon Age está em ritmo total. Essas são apenas algumas paginas internas de DA – Box 2, mas são muito boas assim mesmo.

E vai precisar dessa flecha.

A Invasão de Lamnor – TRPG – Matéria

Eu quero ser bem franco. Esse site é sobre Tormenta, sem o cenário eu não teria conhecido o Pedro e tudo mais, mas acho seriamente uma afronta 22 paginas sobre o assunto. Se você, assim como eu, não se importa a mínima com a vida dos elfos então isso não acrescenta nada.

Se você se importa também não.

Em um texto na segunda pagina da aventura é dito que não importa quanto a vingança dure, a aliança negra não vai ser derrotada agora (e por alguns anos) nem os elfos vão fazer algum avanço no sentido de recuperar sua pátria. Ou seja, por mais que seja bem legal o plot dos elfos negros tudo que a vingança elfica vai fazer é encher a mesa de personagens elficos paliativos. Uma pena, já que por anos as pessoas pedem uma resolução a esse impasse.

Eu pessoalmente não me importo, mas concordo com o argumento, perder um vilão tão importante para o cenario, a aliança negra e metade dos históricos pré-prontos de elfos simplesmente tornaria o cenário genérico.

E mais uma menção honrosa, eu não via halfinks canibais desde Dark Sun. Finalmente teremos um pouco de Lammor, mesmo sendo a mesma coisa que o Reinado, na questão de perigos, vilas afastadas e monstros gigantes, só com mais anabolizante.

Dungeon Crawlers – Adaptação

E temos as fichas dos Dungeon Crawlers, e feitas por um dos usuários do forum Pyromancer. As fichas tão boas, mas gostaria de saber por que não estão no mesmo nível? Afinal seria muito mais fácil de usar em um grupo se todos estivessem no mesmo nível.

Eu até recomendaria isso pra exatamente usar o grupo pra quem deseja entrar na Vingança agora. Se não vai precisar jogar a aventura da DS 33 primeiro depois mais uma agora. Pega eles e já joga na terceira delas e segue dai.

Gazeta do Reinado

Ganchos, uma parte especialmente útil da revista. Uma das poucas paginas que vale a compra.

Chefe de Fase – Fúria de Titãs

Nada de excepcional, apenas restos do bestiario do TRPG. Mas há quem queira mais monstros.

O filme é ruim, a materia dispensavel.

Fundo do Baú

Changeling – O Sonhar. Joguei muito. E até hoje jogo Changeling no nWoD, pessoalmente o melhor cenário da loba albina. Mas eu achei estranho o primeiro parágrafo inteiro ter sido para justificar uma frase do Bauer. Rapaz, alguem anda te ameaçando? Pode falar que a gente pega o infeliz e enche de porrada.

20 Deuses – HQ

A edição conta com o fato que um dos protagonistas é filho de um libertador de Valkaria, sendo a primeira referencia a um grupo NPC a fazer a aventura. Alem disso jogam um migué que a Val seria a Deusa Valkaria tentando convencer o pessoal do reino das aguas a virar heróis. Me parece óbvio que não vai rolar, mas a edição está boa e a arte não me ofende, apesar do roteiro fraco.

Considerações Finais

A melhor Dragon Slayer ? nem perto disso. Ao todo 4 paginas são para todos os públicos, o resto é TRPG ou Dragon Age. Sinceramente se pudesse eu des-comprava a edição, mas agora é tarde.

Nota final 1 em 5.

PbF – Jogando RPG por Fóruns !

Dizem que a grande magia do RPG é estar entre amigos, em volta de uma mesa, anotando em papéis, rolando dados e se divertindo com as falhas, acertos e frases cômicas que são feitas por aquele amigo que parece ser o mais noob do grupo.

Eu não discordo.

Mas será que não pode existir outras maneiras divertidas de jogar RPG, sem estar cara a cara com seus amigos ?

 

“Jogando por fórum. Não é tão ruim assim…”

O chamado PbF (Play by Forum) já mostrou ser uma ótima maneira de jogar o nosso amado RPG e ao mesmo momento interagir com pessoas que estão longe. A mecânica é quase que a mesma, a única coisa que muda é que você “escreve” as suas ações, falas e pensamentos.

Há um narrador, há jogadores, há fichas e em alguns fóruns, há dados. Então ao que parece, não é um monstro de sete cabeças.

Os fóruns funcionam em sua maioria com divisões pré-estabelecidas e que ajudam os aventureiros a se ambientarem nesta nova maneira de jogar RPG. Vou citar algumas das divisões mais importantes aqui…

  • Categorias: São elas que definem em que área vocês estão, e o que podem fazer nela. Tem categorias que possuem “fóruns”, e eles tem assuntos definidos. Uma categoria “Inicio” por exemplo, pode conter fóruns como “Regras e Avisos”, “Apresente-se”, “Parcerias” e etc…
  • Fóruns: São eles que possuem os tão importantes “tópicos”, aonde toda a magia acontece. Um “Fórum” pode conter vários “fóruns”, e cada um geralmente contém uma descrição sobre o que ele trata. Como no exemplo anterior, um fórum da categoria “Inicio” chamado “Regras e Avisos” que contém em sua descrição: “Regras e Avisos de nosso site.”
  • Tópicos: Estes sim são “as mesas” do RPG. Existem duas modalidades de jogar RPG por fórum (que serão explicadas mais adiante), e ambas utilizam dos tópicos. Na verdade, 80% do jogo depende deles. Os tópicos são aonde o narrador disponibiliza as informações do jogo que será narrado, quantos pontos poderão ser distribuídos e qual o nível da aventura. E em um outro tópico, após todos os pré-requisitos terem sidos preenchidos, a aventura começa.

Os RPGs por fórum acontecem em sua maioria nos tópicos. As vezes, em alguns caso, o narrador pode mandar uma MP (Mensagem Pessoal) para um dos jogadores, ou para todos eles, falando sobre coisas que só os seus personagens conseguiram ver, sentir, observar e etc…

 

Sobre as modalidades de jogo por fórum.

Existem duas modalidades de RPG por fórum. Certos fóruns permitem apenas uma das duas, outros mais encorpados, preparados e liberais permitem as duas. Vamos lista-las e explica-las…

  • Modo Aventura: Este é o modo tradicional dos RPGs por fórum. O narrador cria um tópico de Inscrições, especificando todos os requisitos de sua campanha e dando uma pequena introdução sobre o tema da aventura. Os jogadores se inscrevem e aguardam a aprovação de seus personagens. Após o termino da data de inscrição, ou acabando as vagas, o narrador abre um novo tópico chamado Campanha (e o nome de sua aventura ao lado do título), e lá ele faz a primeira narrativa e estipula quem começa. Tudo no RPG acontece ali e por MPs (Mensagens Pessoais).
  • Modo Campanha Free:  Este modo é um pouco mais incomum, porém traz grandes diversões para quem é adepto. Eu, por exemplo, sou jogador ativo deste modo desde 2005, e acredite se quiser, entrei neste modo participando de uma aventura que começou anos antes de minha adesão ao estilo, e meu personagem ainda existe até os dias de hoje (o saudoso Aion). Neste modo não há narrador, e sim interpretação livre. Geralmente há um tópico com uma lista de personagens oficiais (caso o fórum possua uma temática, como o nosso) dizendo quais estão liberados para usar e quais já estão em uso. Além disso, a staff do fórum age como “Narradores” em certos momentos críticos, aonde o bom senso e o raciocínio se ausentam dos jogadores. Neste modo o jogo acontece em vários tópicos, e cada tópico é uma cidade, reino, país, plano de existência diferente e adentrar e interagir com quem está lá fica à sua escolha.

Ambos os modos são fáceis de jogar, e com certeza sua rede de amigos também aumentará com isso. Você conhecerá pessoas de vários lugares, que curtem o mesmo tema da aventura que está sendo narrada e tão logo poderá jogar com elas mais vezes. Incrível, não ?

 

“Mas… Escrevendo ? Não dá confusão ?”

Que nada. Os fóruns tem ferramentas perfeitas para organizar suas postagens, deixando tudo bem explicado. A organização da sua postagem com seu personagem vai depender de você, tanto a separação de ação, fala e pensamento como a narrativa em primeira ou terceira pessoa.

Exemplo (que uso nas minhas interpretações):

*Aion, conhecido por Príncipe Infernal, estava confuso com todas as decisões que deveria tomar, já que a partir daquele momento as cortes infernais estavam sob sua tutela, seu comando. Tentou lembrar-se de como seu antecessor havia reinado e liderado aquele lugar e o que seria aproveitável de seu método.*

“O que ele faria ? Como ele agiria ?”

*Sua mente fervilhava, e parecia não haver mais tempo para pensar ou ponderar, uma resposta devia ser dada aos Lordes Infernais. Somente agiu, seguiu conforme seus pensamentos, e desejava estar certo deles.*

– Invadiremos o plano físico, lar dos humanos, e guerrearemos contra os filhos de Deus.

Vejam como eu separei a minha interpretação: Utilizei asteriscos (**) para simbolizar minhas ações e também utilizei a cor turquesa para isso. Meu pensamento foi sinalizado por aspas (” “) e na cor vermelha. Minha fala também foi sinalizada pela a cor vermelha e eu utilizei um travessão no inicio da mesma. Se você perceber estou citando os fatos em terceira pessoa, modo com que me sinto mais confortável para escrever, mas isso é opcional de cada jogador.

Viu só como é fácil ? Essa minha interpretação é para representar o modo Campanha Free, aonde cada um é narrador de si mesmo. No modo Aventura você pode preferir utilizar a primeira pessoa, já que estará envolvido na cena e nos fatos, interpretando-os com o filtro dos seus sentimentos e pensamentos.

Creio que boa parte das dúvidas sobre jogar RPG por fórum foram esclarecidas né ? Mas caso ainda reste alguma dúvida, deixe um comentário nesta postagem e eu vou ter o prazer de responder as suas questões.

E mais… Para quem quiser começar a experimentar essa nova modalidade de RPG pode vir jogar com a gente no nosso fórum.

www.tormentadavez.com

Poder a Todos !

Agora é a vez das RPGístas !

É isso mesmo, pessoal !

A partir desta semana teremos uma coluna voltada para o público feminino aqui no Blog Tormenta da Vez !

Claro que não há ninguém melhor para falar sobre “coisas de meninas” na hora de jogar uma partida do que uma… menina !

Então, entra em cena a minha querida e estimada Prince-Sama, que me acompanha por RPGs por fóruns há anos e que juntos formamos grandes tramas interpretativas, uma das quais tem mais de 5 anos ativa, sem parar !

Ela irá falar sobre peculiaridades e outras coisas que só meninas entendem na hora de participar de uma mesa. A coluna se chamará “Diva D20” e com certeza irá cativar você, menina e mulher que curte o hobby !

Que venha o reinado das mulheres.

 

Poder a Todos !

[Propaganda e Patrocínio]

Esse é um dos maiores divulgadores de nosso blog, que tão logo irá migrar para um novo endereço, com um novo layout e novas funcionalidades !

Em breve teremos um novo Blog Tormenta da Vez !

Aguardem !

Oficina das Ideias – Episódio Beta

Oficina das idéias foi um podcast que eu gravei com os defensores.

Esse cara vai tomar um caldo...

Ouçam e comentem.

http://www.mediafire.com/?srbjvb8mx9zd933

_Criando seu Olimpiano – M&M

Kira – O Samurai

Kira

Raça: Humano

Classe/Nível: Samurai 6.

Tendência: Leal e Mal.

Traços Raciais: +2 em duas habilidades à escolha do jogador.

Dois talentos adicionais.

Duas pericias treinadas adicionais.

Pontos de Vida: 20+3+(5×5)+(3×5)=63 PVs.

Habilidades: For 18 (+4), Des 10 (+0), Cons 16 (+3), Int 13 (+1), Sab 14 (+2), Car 8 (-1).

Deslocamento: 6m

Resistências: Fortitude +8, Reflexos +3, Vontade +7.

CA: 20 (+3 Nível, +7 Armadura).

Talentos Bônus (Samurai): Usar Armaduras (leves, médias e Pesadas), Usar Armas (simples e marciais), Fortitude Maior, Vontade de Ferro.

Talentos: Ataque Poderoso, Especialização em Combate, Foco em Arma (Katana), Iniciativa Aprimorada.

Combate: BBA +6.

Katana +1 Flamejante e Congelante; +12/+14 com Grito de Kiai; Dano 1d10 +8 Força, +3 Nível, +1 Magico, +2 com Grito de Kiai, + 1d6 Fogo, +1d6 Frio; Crítico 19-20/x2;

ou

Wakizashi (op); +11/+13 com Grito de Kiai; Dano 1d6 +4 Força, +3 Nível, +2 com Grito de Kiai; Crítico 19-20/x2;

ou

Daikyu (op) +7/+9 Grito de Kiai; Dano 1d8 +3 Nível, +2 com Grito de Kiai; Crítico 20/x3;

Perícias: Acrobacias +5, Atletismo +9, Cavalgar +9, Diplomacia +8, Iniciativa +13, Intuição +11, Percepção +11.

Habilidades de Classe: Espadas Ancestrais [Katana] +1 Flamejante e Congelante, Estilo de Combate [Iaijutsu; Saque Rápido], Grito de Kiai 2x/Dia, Técnica de Luta [Golpe Duplo], Estilo de Combate Aprimorado [Foco em Perícia (Iniciativa)].

Equipamento e Dinheiro: Katana (op), Wakizashi (op), Daikyu (op), Meia-armadura, 2x Poção de Soprar Fogo.

Evolução: Talentos: 1º nível: Ataque Poderoso, Foco em Arma (Katana) [Humano], 3º nível: Iniciativa Aprimorada, 5º nível: Especialização em Combate.

Aumento de Atributo: 2º nível: Força +1, 4º nível: Inteligência +1, 6º nível: Sabedoria +1.

Kira foi o samurai usado na aventura do Dia de Tormenta.

Sua história pregressa foi que ele juntou os outros aventureiros do grupo para voltar a Tamurá, onde seria possível fazer fortuna e até mesmo conquistar um feudo para si, mas a aventura deu errado e na volta, com todos sem dinheiro eles acabaram parando em Malpetrim que é onde começa a aventura,

Dia de Tormenta – Feedback

Olá pessoas, já tem algum tempo que eu não posto aqui. A vida corrida dos dias da maior cidade do pais consomem por demais meu tempo.

Mas vamos ao que estava pendente.

Aqui eu narrei em dois sabados distintos, dia 22 e dia 29, tinha eu mais de 15 e-mails confirmando presença, mas fora meus jogadores regulares só três pessoas apareceram (para três mestres presentes, sorte minha que um quarto mestre faltou ou daria pra fazer a sessão só com os mestres entediados).

No fim tivemos só uma mesa em cada dia.

A Aventura

As sinistras áreas de Tormenta devoram Arton aos poucos. São lugares horrendos onde a vida natural é impossível. Lugares insuportáveis onde o mundo como conhecemos deixou de existir. Apenas seres com as mais poderosas proteções mágicas conseguem sobreviver ali, e mesmo assim por curtos períodos.

Infelizmente, o horror antinatural não está restrito a essas áreas. A Tormenta infecta o mundo de outras formas — manifestações que, como qualquer doença, começam pequenas e insuspeitas. Então se agravam, até a cura tornar-se impossível.

Alguns acreditam que a raça lefou seja uma nova forma que a Tormenta encontrou para infestar Arton.

Esses “meio-demônios” nascem de famílias normais. Manifestam poderes aberrantes muito cedo, e são imunes a vários efeitos nocivos da Tormenta. Não parecem ter qualquer conhecimento especial sobre sua condição. Mas será verdade? Serão os lefou vítimas inocentes? Uma face diferente dos monstros? Uma raça destinada a substituir as outras? Ou seriam eles nossa defesa, nossa única esperança contra a invasão?

Ninguém tem a resposta. Mas quase todos os lefou são odiados e temidos. Muitos são mortos ainda no berço. Outros crescem para suportar a aversão, desprezo e escárnio. Outros ainda são caçados.

É verdade que alguns perseveram. Transformam sofrimento em determinação, acham forças para lutar por este mundo. Tornam-se heróis.

Outros, não.

Outros abraçam sua natureza aberrante. Voltam-se para o mal.

Para a Tormenta.

Do papel para a mesa

A aventura vinha com seis heróis prontos, um Minotauro Monge, um Humano Mago, uma Qarren Feiticeira, um Halfling Clerigo (de Tanna-Toh, uma Elfa Barda e uma Humana Bárbara.

Na minha mesa, o unico personagem que não jogou foi a barda, no lugar eu fiz na hora uma ficha de Samurai pra um dos meus jogadores regulares.

A estrutura da aventura é bem simples, o grupo já está reunido e ao chegar em uma taverna em Malpetrim encontram uma centauro de nome Hipólita que está sendo importunada por um grupo de minotauros, a jovem é salva, agradece e oferece uma missão aos jogadores, salvar sua mestra Odara, que está desaparecida. Eles viajam a vila dela, descobrem que a vila foi destruída (pelas indicações da aventura sem NENHUM sobrevivente), nesse ponto os jogadores devem entrar em uma floresta, enfrentar pelo menos quatro encontros aleatórios (pode ser mais dependendo da rolagem de sobrevivência do grupo), enfrentar Odará e por fim um inimigo chamado Sayekk que está transformando a floresta em uma área de Tormenta.

Se você reconheceu os nomes de Hipólita e Odara é por que são personagens de holy avenger (aparentemente a unica coisa do cenário que o Cassaro gosta de referenciar). Se você achou estranho um vilão cujo nome só aparece no fim como “inimigo final” não se espante, aconteceu o mesmo com meus jogadores.

Pedras e paus, podem quebrar meus ossos, mas são as palavras que me afligem o espírito.

Sendo franco, os meus jogadores não gostaram da aventura, acharam demorada e bem chata, reclamaram que apenas três personagens tinham nome (erro deles, havia uma fada moribunda em um dos eventos aleatórios que também tinha, mas ninguém perguntou qual era), reclamaram que era apenas um jogo hack&slack e também que só tinha UM item mágico na aventura toda, uma varinha de cura.

Na parte D&D da coisa acharam estranho não receberem nenhum dinheiro a aventura toda (algo no mínimo estranho pra um grupo de aventureiros mercenários, padrão do jogo).

E foi reclamação geral, os personagens eram mal construídos. TODOS os jogadores (menos o Samurai) acharam que com dois minutos com o livro básico eles fariam personagens muito melhores, escolheriam melhores magias e melhores talentos (o mago reclamou de ter um +1 pra ataque a distância já que a magia que ele mais usava era Míssil Mágico que nem teste de ataque tem, o clérigo reclamou te não ter talentos metamagicos para usar nas curas).

Foi consenso geral que o sub-chefe Odara foi um inimigo difícil, o resto não era nenhum grande desafio, ao ponto que apenas ela chegou perto de matar dois personagens no primeiro dia e mais um no segundo dia de evento.

O Sayekk foi considerado apenas irritante, mas nem de longe um grande desafio. Sendo que era frustrante andar a esmo procurando por ele na caverna. Todos os encontros foram considerado frustrantes por que não chegavam a durar nem 3 turnos, então o pessoal gastava seus recursos (Fúria, Grito de Kiai, Punho de Azgher [vulgo Shoriugen]) rapidinho ganhava e ia pro próximo encontro sem nenhum ferimento e sem o recurso pra repetir a mesma coisa. Os encontros basicamente desbastavam os jogadores ao invés de serem complicados de alguma forma.

Todos concordaram que tormenta é legal, mas nunca mais querem chegar perto da aventura se eu não consertar ela primeiro.

Conclusão da aventura

Poderia ter sido mais difícil ao invés de frustante. Tinha que ser BEM MENOS matar, lutar com tudo que está na frente e ter algum roleplay. Umas das poucas alterações que eu fiz foi colocar um item debaixo de uma pedra em um rio contaminado pela tormenta eles gostaram muito mais de passar 15 minutos pensando como recuperar o item sem cair no rio ácido do que os quase 20 da luta final.

E a Odara era um chefe mais legal que o Sayekk, é fácil simplesmente bater com tudo que você tem. O que é ruim é fazer isso tentando manter o inimigo vivo.

Melhorando a aventura

Não é só para falar mal que eu escrevi esse post. Para falar mal gratuitamente eu tenho o forum.

A aventura em si se diz durar bastante, uma noite inteira de jogatina, mas não chega a durar se quer cinco horas. Alem disso existem muitos combates, e sem relevância a trama. Uma boa sugestão seria os personagens chegarem a tempo na tribo dos centauros e lutarem contra Sayekk quando ele atacar a vila, isso resolve um dos plot holes da trama, que é descobrir como lobos tacaram fogo na vila.

Outro problema grave na trama é que se fala de Sayekk (que deveria ser o “grande” vilão da trama) muito no fim da trama. Embora a aventura tenha um trecho grande explicando a história dela em nenhum momento essa história é passada aos jogadores. Isso poderia ser resolvido com uma magia de adivinhação lançada por Hipólita que contasse essa história.

Outro ponto que tornaria mais interessante seria tirar os eventos aleatórios na floresta e dar um trilho nessa parte, colocando apenas eventos que fossem relevantes a trama. E mais importante, que houvesse a opção desses encontros serem bem sucedidos sem que tudo se resumisse a sair na porrada (Acho que o maior exemplo disso é um grupo de bárbaros que entra em fúria instantaneamente ao ver o grupo e não desiste do combate até a morte, pra ter noção a fúria deles nem acaba não importa a duração do combate).

Um ponto que os jogadores não gostaram foi a falta de recompensas. Fora as armas dos bárbaros não há nada de valor na aventura toda. Dar um item mágico aos jogadores (um anel qualquer, uma poção de soprar chamas, qualquer coisa). Claro que não dar por dar. Em minha aventura eu coloquei o item em um rio corrompido que a agua era ácido, o item estava de baixo de uma pedra, uma vez que esse desafio fosse vencido, a pedra retirada sem que o personagem fosse derretido em ácido ele receberia o premio.

Outra coisa importante seria tirar TODOS os comentários do Cassaro sobre por que o mestre tem que fazer o que o mestre tem que fazer. Em Um Visão Fugaz quase meia pagina é desperdiçada para falar por que é possível ver a Odara e não ataca-la, o que não seria um problema se a ultima linha não fosse:

• Se tudo isso falhar, diga apenas: “Ela escapa. Vocês não conseguem impedir”. Você é o mestre. Pode fazê-lo.

Outro que eu achei especialmente desnecessário é o “Mas, afinal, qual é o final “oficial”?”

Nesse o erro é outro, ele simplesmente diz que Odara é uma personagem muito importante, mas que não vai mais ser sequer mencionada em futuros acessórios. Nossa a importância dela me assusta, afinal ela pode ser descartada com tanta facilidade…

E para fechar com chave de ouro ele diz que tem que ter coragem para decidir o final. Sei, coragem…

Matar os personagens jogadores tanto faz, mas ela você tem decidir. Eu confesso que fazia anos que não me importo com nenhum personagem de holy avenger, por mim eles poderiam ser completamente esquecidos e novos personagens poderiam surgir, ou personagens diferentes como a princesa Rhana poderiam voltar a figurar.

A última coisa que poderia ser feito é refazer essas fichas de modo a ficarem uteis. Uma vez que se sabia que essa aventura era feito para tormenta você DEVERIA ter um grupo focado nessa missão. Ao meu ver você “vencer” a tormenta (com T minúsculo nesse caso) com personagens tão ruins é uma ofensa ao quão poderosa é a Tormenta. Fica parecendo que qualquer idiota consegue vencer a tormenta. Uma falha lamentável.

No futuro que as fichas sejam no mínimo bem feito.

Dia de Tormenta — Lista de locais

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Retirado de http://www.jamboeditora.com.br

A seguir está a lista com todos os organizadores do Dia de Tormenta, com os respectivos endereços e datas dos jogos. Também há, para cada organizador, uma ou mais formas de contato que os jogadores interessados devem usar para se informar mais sobre o evento.

Agradecemos a todos os organizadores que se inscreveram (contando com aqueles que farão eventos fechados, foram mais de 100) e desejamos a todos um bom jogo. E aproveitamos para avisar: não nos responsabilizamos por personagens mortos durante a aventura!

Lista de sessões do Dia de Tormenta

E nós estamos participando. Tanto eu em São Paulo quanto o Kally.

Se você quer participar entre em contato através do e-mail: tormentadavez@gmail.com.br

Caso deseje mestrar é só estar no endereço portando um ou dois conjuntos de dados, seu livro basico de tormenta (e se desejar seu escudo). O horário inicial são as 10 horas, mas não posso garantir quanto as mesas estarão cheias para começar o jogo (não deve ser depois do meio dia, mas de qualquer forma é bom estar avisado que pode demorar).

Caso seu objetivo seja jogar é

só estar no local com um conjunto de lápis e borracha e seu conjunto de dados da sorte (esse é opcional, mas sorte é sempre bom).
Pode trazer seu livro basico de tormenta (se desejar, todos os 4 mestres que eu convidei tem seus livros, mas se só tiver um na mesa pode ser dificil olhar entre todos os jogadores =)). 

Também seria bom divulgar o evento entre seus amigos que gostam de RPG pra ajudar a encher o evento.